Voltar
economia
2 min de leitura

IPCA para 2026 mantém projeção em 5,33% sobre meta do BC

Expectativa do mercado segue acima do alvo do Banco Central

Acro Rodrigues29 de junho de 2026 às 09:05
IPCA para 2026 mantém projeção em 5,33% sobre meta do BC

Os dados mais recentes do relatório Focus indicam que a expectativa do mercado para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026 permanece em 5,33% nesta segunda-feira, 29 de outubro. Este patamar está acima do limite da meta de inflação de 4,50% estipulado pelo Banco Central.

Em comparação com o mês anterior, quando a projeção estava em 5,09%, a expectativa atual se sustenta, evidenciando uma estabilidade nas estimativas de mercado. Além disso, entre as 58 previsões coletadas nos últimos cinco dias, a mediana para 2026 também registrou uma leve alta, alcançando 5,36%.

Expectativas para anos seguintes

Para o ano de 2027, a média das expectativas subiu de 4,15% para 4,17%, refletindo um ajuste em relação ao mês anterior, que era de 4,02%. No novo conjunto de 57 estimativas, essa mediana avançou ligeiramente, passando de 4,18% para 4,20%.

No que diz respeito ao ano de 2028, a expectativa do Focus se manteve inalterada em 3,70% enquanto que, para 2029, a projeção continua em 3,50%, marcando a 43ª semana consecutiva sem mudanças.

Os números do Focus ainda estão acima das previsões do Banco Central, que indica uma alta de 5,2% para o IPCA em 2026, 3,7% em 2027 e 3,1% em 2028 conforme apontado no Relatório de Política Monetária.

Sobre a meta de inflação

Desde 2025, a meta de inflação é contínua, baseada no IPCA acumulado em 12 meses. O centro da meta é de 3%, permitindo variação de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Caso a inflação fique fora desse intervalo por seis meses consecutivos, o Banco Central considerará que houve um descumprimento.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de economia