Pix é destacado como barreira comercial em relatório dos EUA
Sistema de pagamentos brasileiro atrai atenção global e gera controvérsias.

O sistema de pagamentos instantâneos Pix foi destacado em um relatório do USTR, o órgão responsável pelos interesses comerciais dos Estados Unidos, como um dos fatores que prejudicam as relações comerciais entre os países.
O documento sugere que o modelo centralizado do Pix, administrado pelo Banco Central do Brasil, pode servir como uma barreira para empresas estrangeiras, especialmente aquelas que dependem de tarifas e intermediação, como Visa e Mastercard.
✨ O Pix já representa 54,7% das transações financeiras no Brasil, com 42,9 bilhões de operações apenas no segundo semestre de 2025.
Marília Fontes, co-fundadora da Nord Investimentos, enfatiza a sofisticação do sistema financeiro brasileiro, resultado histórico da hiperinflação que levou à necessidade de soluções de pagamento instantâneo. Com o Pix, o país eliminou intermediários e custos adicionais para os usuários.
Thiago Godoy, apresentador do programa Resenha do Dinheiro, ressalta que o Pix é gratuito e acessível, o que coloca pressão sobre os provedores de pagamentos tradicionais. A evolução do Pix, incluindo a possibilidade de parcelamentos, faz com que ele concorra diretamente com outras estruturas financeiras, reduzindo a receita de empresas do setor.
Contexto
A Resenha do Dinheiro, apresentada por Marília Fontes e Thiago Godoy, entre outros especialistas, discute temas de educação financeira e investimentos, indo ao ar no YouTube e na CNN Brasil.
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