O país pode se tornar um líder global em energia limpa e fertilizantes.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou a capacidade do Brasil de se transformar na "Arábia Saudita do Biodiesel", destacando o potencial do país em liderar a produção de energia limpa no mundo.
Com 88% de sua matriz elétrica já baseada em fontes renováveis, o Brasil se posiciona como um líder no setor de biocombustíveis, enquanto a média global é de apenas 14% de energia limpa.
O grande avanço se dá com a implementação do Hidrogênio Verde, especialmente no Nordeste, onde a energia solar e eólica é utilizada para separar o hidrogênio da água. Este gás é então combinado com nitrogênio do ar para produzir Amônia Verde.
✨ Essa Amônia Verde é crucial para abastecer países que buscam fontes limpas de energia, como Japão e Alemanha.
Essas nações, enfrentando limitações geográficas e dependendo de combustíveis fósseis, agora recorrem ao Brasil para descarbonizar suas indústrias, evidenciado pelo recente consórcio de R$ 12 bilhões no Rio Grande do Norte.
A produção interna de Amônia Verde também é fundamental para a segurança alimentar do Brasil, reduzindo a dependência de fertilizantes importados que são caros e vulneráveis a crises externas.
✨ Com isso, o Brasil fortalece sua capacidade de fornecer alimentos a preços acessíveis, independentemente de choques no mercado global.
Assim, a proposta de Lula não é apenas para exportação, mas representa uma chance de o Brasil se tornar autossuficiente e menos suscetível a crises externas, usando seus recursos naturais de forma sustentável.
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Jornalista especializado em economia

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