Opep diminui previsão de demanda por petróleo em 2026 devido a conflitos
A Organização adianta que o consumo deve se recuperar em 2027.

A Opep anunciou uma revisão para baixo em sua previsão de crescimento da demanda global por petróleo em 2026, refletindo as tensões geopolíticas provocadas pela guerra com o Irã.
A expectativa agora é que a demanda alcance uma média de 104,57 milhões de barris por dia no segundo trimestre de 2026, uma redução em comparação com os 105,07 milhões previstos anteriormente.
Impactos da Conflito no Setor Petrolífero
A Opep indica que o impacto da guerra trouxe restrições significativas, especialmente com o fechamento do Estreito de Ormuz, uma rota crucial para o transporte de petróleo, reduzindo a produção da região em milhões de barris.
✨ A Opep projeta uma recuperação na demanda em 2027, com um crescimento de 1,54 milhão de barris por dia.
Embora a IEA tenha uma visão mais pessimista, a Opep acredita que o crescimento econômico global se mostra resiliente, apesar das tensões.
Os dados indicam que, em abril, a produção de petróleo da Opep+ caiu para 33,19 milhões de barris por dia, uma diminuição de 1,74 milhão em relação ao mês anterior.
Contexto Adicional
A Opep+ inclui países membros da Opep e aliados como a Rússia, que firmaram acordos para aumentar a produção, mas estão enfrentando dificuldades logísticas devido ao fechamento de rotas.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de economia

Aumento no Preço do Petróleo: Implicações Globais em Meio a Tensão no Oriente Médio
O petróleo se aproxima de US$ 115/barril, indicando o maior aumento mensal desde 1990.

AIE reduz previsão de demanda de petróleo após crise no Estreito de Ormuz
A queda de consumo global deve impactar o mercado de energia mundial

Copom reduz taxa de juros; Federal Reserve mantém juros nos EUA
Decisões econômicas refletem cautela com a inflação e tensões geopolíticas

Dólar cai após apreensões no Oriente Médio e tensão continua
Cenário internacional impacta mercado financeiro brasileiro





