Voltar
economia
2 min de leitura

Petrobras eleva produção em 16% e investe R$ 37 bilhões até 2030

Companhia busca autossuficiência em diesel até 2030

João Pereira18 de maio de 2026 às 15:35
Petrobras eleva produção em 16% e investe R$ 37 bilhões até 2030

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, anunciou um aumento de 16% na produção da empresa no primeiro trimestre de 2026 em comparação ao mesmo período no ano anterior. O evento ocorreu na Refinaria de Paulínia, em São Paulo, e incluiu a revelação de investimentos de R$ 37 bilhões voltados ao estado até 2030, com a meta de atingir a autossuficiência em diesel.

Chambriard destacou que este crescimento abrange não apenas a produção de petróleo, mas também o refino e gás, resultando em um lucro de US$ 6,2 bilhões no período. Ela comparou esse desempenho ao avanço de 12% do agronegócio, embora não tenha especificado a fonte para este dado.

Do total investido, R$ 6 bilhões serão alocados para a Replan, visando aprimorar a infraestrutura de refino, logística e exploração.

Durante a apresentação, que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, Magda afirmou que a Petrobras atualmente assegura 75% do abastecimento de diesel no Brasil. A meta original de alcançar 85% foi ajustada, com o novo objetivo de atingir a plenitude até 2030.

O diesel é crucial para o agronegócio, influenciando o funcionamento de tratores, colheitadeiras e caminhões, além da logística de transporte. Assim, decisões associadas ao aumento da capacidade de refino e à oferta interna de combustíveis são cuidadosamente monitoradas, especialmente em períodos de alta demanda agrícola.

Contexto

A Petrobras planeja ampliar sua capacidade de produção e refino de diesel, mas detalhes sobre cronograma e impacto nos preços ainda não foram divulgados.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de economia