Reembolsos de tarifas de Trump começam a ser processados nos EUA
Suprema Corte decide sobre tarifas ilegais e novo sistema de reembolso é anunciado

A Suprema Corte dos Estados Unidos declarou ilegais, em fevereiro, as tarifas impostas por Donald Trump sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, deixando importadores à espera de informações sobre reembolsos de US$ 166 bilhões.
O Tribunal de Comércio Internacional dos EUA ordenou que o governo devolvesse esses valores, e a Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) está preparando um novo sistema para automatizar o processo de reembolso.
✨ Início de um novo sistema de reembolso em 20 de abril.
Intitulado Administração e Processamento Consolidados de Entradas (CAPE), o programa, conforme revelado pelo CBP, se propõe a simplificar os reembolsos, incluindo juros.
Na fase inicial, somente entidades que realizaram pagamentos específicos de tarifas poderão solicitar reembolso, mas ainda não há um cronograma definido para quando o sistema estará disponível para todos os pagamentos elegíveis.
A Suprema Corte analisou que as tarifas, que incluíam uma taxa de 10% aprovada em 2018, não seguiam as diretrizes adequadas estabelecidas pela Lei de Comércio de 1974.
Contexto
As tarifas de Trump foram originalmente destinadas a enfrentar déficits na balança de pagamentos e proteger o valor do dólar, mas sua legalidade foi contestada e posteriormente invalidada pela Suprema Corte.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de economia

Expectativa do IPCA aumenta, limitando cortes na Selic
Elevações nas projeções de inflação dificultam redução da taxa de juros

Crédito rural empresarial cresce 10% e chega a R$ 404 bilhões
Dados do Plano Safra 2025/2026 mostram avanço geral, mas seletividade no setor.

Carga tributária do Brasil sobe para 32,4% do PIB em 2025
Impostos federais impulsionam aumento da carga tributária

Pedidos da indústria nos EUA se mantêm estáveis em fevereiro
Demanda por aeronaves comerciais impacta resultados



