País tenta formar uma força de segurança para proteger a navegação contra ataques iranianos

Os Emirados Árabes Unidos comunicaram aos Estados Unidos e a outras nações ocidentais sua intenção de se integrar a uma força-tarefa marítima conjunta dedicada à reabertura do Estreito de Ormuz. Essa iniciativa visa intensificar a proteção da navegação, que tem sido alvo de ataques iranianos frequentes.
Com mais ataques iranianos sofridos do que qualquer outro país da região, os Emirados vêm pressionando uma coalizão de nações para estabelecer uma 'Força de Segurança de Ormuz'. Contudo, diversos aliados dos EUA relataram que não têm planos concretos de enviar embarcações para liberar o estreito, mesmo após pedidos de apoio militar.
"A França começou a dialogar com 35 países para encontrar parceiros para uma missão de reabertura, porém, isso só ocorrerá após a resolução do conflito entre os EUA, Israel e Irã
✨ O Estreito de Ormuz é crucial, pois transporta cerca de 20% do petróleo e gás natural liquefeito globalmente.
Os Emirados Árabes Unidos, junto ao Bahrein, estão em busca de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU para respaldar a futura força-tarefa, embora a Rússia e a China possam obstruir essa proposta.
Recentemente, um alto funcionário dos Emirados declarou que o país está disposto a colaborar com os Estados Unidos na proteção da navegação no estreito, após o Irã ter cortado a passagem marítima. Essa via é vital para a economia em razão do papel dos Emirados como destacado exportador de petróleo.
Os ataques iranianos afetaram inclusive um porto em território emiradense que desempenha um papel importante no carregamento de exportações de petróleo, aumentando ainda mais a tensão na região.
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A medida está ligada à segurança no Estreito de Ormuz.

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