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Internacional
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Irã retoma fechamento do Estreito de Ormuz após bloqueio dos EUA

Reabertura temporária ocorreu sob tensão crescente entre Nações.

Camila Souza Ramos18 de abril de 2026 às 09:55
Irã retoma fechamento do Estreito de Ormuz após bloqueio dos EUA

Neste sábado, o Irã decidiu fechar novamente o Estreito de Ormuz, apenas algumas horas após a sua reabertura. Essa medida foi tomada como resposta ao bloqueio imposta pelos Estados Unidos aos portos iranianos, intensificando as tensões na região.

A reabertura do estreito na sexta-feira trouxe alívio temporário aos mercados financeiros e despertou expectativas positivas em Washington, onde o presidente Donald Trump declarou que um pacto de paz entre os dois países poderia estar em vias de ser concretizado.

Contexto da Decisão Iraniã

Segundo o comando das Forças Armadas do Irã, a nação havia inicialmente autorizado a passagem controlada de um número limitado de embarcações, mas a contínua ação dos EUA foi caracterizada como 'pirataria'. Com isso, o controle do estreito foi endurecido novamente, conforme comunicado militar.

A alta imediata do tráfego comercial foi frustrada, e apenas 10 embarcações navegavam pelo estreito na manhã de sábado, refletindo a incerteza sobre a segurança na área.

Tráfego no Estreito de Ormuz

Antes do início da guerra, aproximadamente 120 navios transitaram pelo estreito diariamente. O fechamento impacta 20% do petróleo e do gás natural liquefeito mundial.

Reação de Washington

Em resposta à reabertura do estreito, Trump reafirmou que o bloqueio seria mantido integralmente até que um acordo fosse alcançado, e até o momento, 21 navios desistiram de suas rotas e retornaram ao Irã conforme ordens das forças americanas.

Desdobramentos Diplomáticos

Enquanto isso, esforços de paz estão em andamento no âmbito da diplomacia regional. O comandante do Exército paquistanês concluiu uma visita ao Irã, onde se reuniu com líderes locais, impulsionando conversas de desescalada.

Além disso, a situação no Líbano também evolui, com a trégua entre Israel e Hezbollah em ação, enquanto o presidente libanês busca um acordo duradouro na região. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, destacou que a ofensiva contra o Hezbollah ainda está em curso.

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