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Internacional
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Maior ataque em Kiev deixa 17 mortos e destrói prédios

O prefeito declara luto e pede apoio internacional para defesa

Ricardo Alves02 de julho de 2026 às 07:30
Maior ataque em Kiev deixa 17 mortos e destrói prédios

Na quinta-feira, 2 de junho de 2026, a capital da Ucrânia, Kiev, enfrentou um dos seus maiores ataques desde o começo da invasão russa, resultando na trágica morte de pelo menos 17 pessoas e na destruição de vários prédios residenciais.

Em resposta ao ataque, o prefeito Vitali Klitschko proclamou um dia de luto e expressou suas condolências às vítimas. 'Este é o maior ataque do inimigo contra a capital', afirmou.

O presidente Volodymyr Zelensky, por sua vez, fez um apelo imediato aos Estados Unidos pedindo a autorização para a produção de mísseis de defesa antiaérea Patriot em território ucraniano, visando fortalecer a defesa do país contra futuras agressões.

O Ministério da Defesa da Rússia confirmou um 'ataque em larga escala', alegando que está respondendo a ataques ucranianos em sua infraestrutura civil.

Durante a madrugada, explosões foram ouvidas em várias partes da cidade, aumentando o pânico entre os moradores que buscavam abrigos. Testemunhas relataram uma nuvem de fumaça elevando-se após uma das detonações.

Tragicamente, o ataque causou danos significativos, incluindo ferimentos a profissionais de saúde que estavam em um local afetado. De acordo com Klitschko, um paramédico está em condição crítica e há pessoas presas em um prédio danificado.

Contexto

Desde a invasão russa, a capital ucraniana e outras regiões têm sido alvo frequente de bombardeios. Em junho, um ataque anterior resultou em 23 mortes, destacando as intensas hostilidades na região.

Os apelos por apoio internacional aumentaram, com o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sibiga, instando aliados a agir rapidamente em relação à defesa aérea do país, enquanto as tensões continuam a escalar na região.

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