Israel só considerará retirada após a completa desmobilização do grupo palestino

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país não se retirará de Gaza até que o Hamas seja completamente desarmado, rejeitando assim o plano de 15 pontos apresentado pelo presidente Donald Trump.
Segundo Netanyahu, o avanço do plano de Trump, anunciado no mês passado, visando encerrar o conflito, não será aceito por Israel. O líder israelense enfatiza que a segurança do seu país é prioridade e não se comprometerá com a retirada enquanto houver ameaças.
Desde o estabelecimento de um cessar-fogo em outubro do ano passado, Israel continuou a realizar ataques aéreos em Gaza, mesmo com a declaração de Trump de que o grupo militante concordou em depor suas armas.
O Hamas, que controla Gaza há quase 20 anos, realizou um ataque contra Israel em 7 de outubro de 2023, o que resultou na atual escalada de violência no território. Após o anúncio de Trump, o representante do Hamas, Ghazi Hamad, confirmou um suposto entendimento para o desarmamento do grupo, mas condicionado ao envio de uma Força Internacional de Estabilização e ao cumprimento das obrigações de Israel.
✨ Netanyahu afirma que a retirada de forças israelenses está diretamente dependente do desarmamento total do Hamas.
O conflito em Gaza é marcado por tensões históricas entre Israel e o Hamas, que se intensificaram de forma significativa desde o ataque de outubro de 2023.
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