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Internacional
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Retirada de minas no Estreito de Ormuz pode impactar mercado global de combustíveis

Pentágono avalia que remoção das minas pode levar seis meses.

Gabriel Rodrigues23 de abril de 2026 às 07:55
Retirada de minas no Estreito de Ormuz pode impactar mercado global de combustíveis

A remoção de minas no Estreito de Ormuz poderia levar até seis meses, segundo uma apresentação confidencial do Pentágono ao Congresso dos Estados Unidos, o que impactaria os preços dos combustíveis em todo o mundo, conforme reportado pelo Washington Post.

Desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, o Estreito de Ormuz está quase totalmente interditado em razão dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã. Essa passagem é essencial, já que cerca de 20% do petróleo e gás consumidos globalmente dependiam desse trajeto antes do conflito.

Cerca de 20% do petróleo e gás global transitavam pelo Estreito de Ormuz antes da guerra.

De acordo com fontes anônimas citadas pelo Washington Post, foi informado aos parlamentares que o Irã pode ter colocado mais de 20 minas na região. Uma das fontes do Departamento da Defesa destacou que algumas minas foram posicionadas a distância utilizando tecnologia GPS, dificultando sua detecção, enquanto outras foram instaladas por pequenas embarcações.

Por outro lado, Sean Parnell, porta-voz do Pentágono, negou a veracidade das informações, afirmando que um fechamento prolongado do Estreito seria 'impossível e inaceitável'. Parnell classificou a notícia como baseada em uma sessão de informações confidenciais e mencionou que vários dos dados apresentados são 'falsos'.

"

Um fechamento de seis meses do Estreito de Ormuz são coisas que não podemos aceitar

Sean Parnell.

Contexto Adicional

A Guarda Revolucionária do Irã já alertou sobre uma potencial 'zona de perigo' de 1.400 quilômetros quadrados que poderia abrigar minas.

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