Ex-governador está sob suspeita de irregularidades financeiras

O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, está sendo investigado pela Polícia Federal em uma operação realizada nesta sexta-feira, 15, relacionada a um suposto esquema envolvendo a Refit, antiga Refinaria de Manguinhos.
As investigações visam um conglomerado econômico do setor de combustíveis, supostamente utilizado para ocultar bens e desviar recursos para o exterior. Apesar do nome de Castro não ter sido oficialmente mencionado pela PF, sua ligação com o caso foi revelada pelo canal GloboNews, que observou a atividade na entrada do condomínio onde ele reside na Barra da Tijuca.
✨ A operação envolve 17 mandados de busca e apreensão em diversas cidades, incluindo São Paulo e o Distrito Federal.
Ainda não foi divulgado se existem acusações formais contra o ex-governador. CartaCapital entrou em contato com Castro e com a Refit e aguarda retorno, prometendo atualizar a matéria assim que houver novidades.
Castro renunciou ao cargo de governador em 23 de março, alegando sua candidatura ao Senado, um dia antes de um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral que o declarou inelegível por abuso de poder político e econômico.
Durante esta operação, além da execução de mandados, o STF determinou medidas de afastamento de função pública e a inclusão de um dos investigados na lista de Difusão Vermelha da Interpol. Também foi determinado o bloqueio de cerca de 52 bilhões de ativos financeiros relacionados às empresas sob investigação, visando restringir suas atividades econômicas.
A ação faz parte da ADPF 635/RJ, conhecida como 'ADPF das Favelas', que busca estabelecer novos protocolos e restrições para a atuação da polícia no Rio de Janeiro, visando reduzir a letalidade policial.
Anuncie aqui e apareça pra quem já está lendo.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Jornalista especializado em Justiça
Fale agora no WhatsApp e coloque sua empresa em destaque.
Espaço em destaque pronto pra sua empresa. Chama no WhatsApp.

Familiares reconheceram que mantiveram criança acorrentada

Caso envolve suspeitas de maus-tratos e morte de criança de um ano

Karen Mori deve entregar passaporte e se apresentar mensalmente à Justiça.

Decisão visa proteger saúde pública e credibilidade da Fiocruz
Fale agora no WhatsApp e coloque sua empresa em destaque.