Ex-auditor Artur Gomes é réu em múltiplas ações de corrupção em SP
Artur Gomes da Silva Neto é acusado de fraudes bilionárias em ICMS

O ex-auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto se tornou réu em sete ações penais, enfrentando graves acusações de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo um esquema de fraudes em ICMS em São Paulo.
Preso novamente em 10 de junho de 2026, Artur é acusado de mais de 130 crimes, que resultaram em um rombo de R$ 8,53 bilhões às contas públicas, sendo uma das maiores investigações da Operação Ícaro realizada pelo Ministério Público paulista.
✨ Artur está sob investigação por envolvimento em fraudes que causaram danos financeiros impressionantes ao Estado.
Resultados da Investigação
O ex-auditor foi exonerado em agosto de 2025 e, mesmo após sua saída, continuou a praticar crimes. O Ministério Público encontrou documentos que confirmam a persistência de atividades ilícitas, incluindo um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro utilizando criptomoedas.
Entre as empresas citadas nas investigações estão a Fast Shop, com cerca de R$ 2 bilhões em vínculos, e a Ultrafarma, com cerca de R$ 1 bilhão. A Controladoria-Geral do Estado aplicou à Fast Shop uma multa recorde de R$ 1,04 bilhão, segundo a Lei Anticorrupção.
Documentos Reveladores
Durante a operação em sua residência, foram apreendidas cartas manuscritas que indicam tentativas de Artur de coordenar defesas entre os envolvidos nas fraudes. Uma das cartas sugere que um dos investigados não colabore com o Ministério Público, evidenciando a estratégia de manipulação dentro do esquema.
"Artur tinha um catálogo de serviços de corrupção, destacam fontes próximas à investigação.
Além disso, os investigadores identificaram intenções de movimentações financeiras ilegais e orientações sobre como proceder com pagamentos, denotando um planejamento detalhado para manter as operações do crime.
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