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Justiça
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Operação Compliance Zero prende pai de banqueiro e investiga grupos criminosos

A nova fase da investigação foca em práticas ilegais ligadas a Daniel Vorcaro.

Gabriel Rodrigues14 de maio de 2026 às 08:55
Operação Compliance Zero prende pai de banqueiro e investiga grupos criminosos

A nova fase da Operação Compliance Zero, deflagrada na quinta-feira (14), resultou na prisão de Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, e investiga grupos conhecidos como 'A Turma' e 'Os Meninos', que supostamente estavam envolvidos em crimes de intimidação, coerção e acesso ilegal a dados confidenciais.

A operação abrange investigações sobre ameaças, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Esta fase da operação também examina associações relacionadas a Luiz Phillipi Mourão, que é considerado um sicário de Vorcaro. As suspeitas em torno desses grupos incluem crimes como ameaça, corrupção e violação de sigilo funcional, além da possibilidade de que as intimidações tinham como finalidade proteger interesses financeiros e obstruir investigações em andamento sobre um esquema criminoso.

Identidade dos Grupos Criminosos

A Polícia Federal descreve 'A Turma' como um grupo vinculado a uma rede de vigilância e intimidação que operava sob o comando de Daniel Vorcaro. Mensagens interceptadas durante a investigação revelaram a conexão entre Vorcaro e Mourão, líderes da operação que se dedicavam a ações de coerção contra potenciais ameaças aos interesses do grupo associado ao Banco Master.

'Os Meninos' e outros colaboradores foram mencionados em diálogos que indicam sua participação em práticas ilegais, como a obtenção de dados pessoais e vigilância clandestina.

Principais Figuras Envolvidas

  • 1Luiz Phillipi Mourão - Coordenador da 'Turma', responsável por operações de vigilância e intimidação.
  • 2Marilson Roseno da Silva - Policial federal aposentado, ajudou a obter informações sigilosas.
  • 3Paulo Sérgio Neves de Souza - Ex-diretor do Banco Central, atuava como consultor informal de Vorcaro.
  • 4Belline Santana - Ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária do Banco Central, prestou consultoria estratégica.
  • 5Leonardo Augusto Furtado Palhares - Administrador da Varajo Consultoria, ligado a contratos fictícios.
  • 6Ana Claudia Queiroz de Paiva - Sócia da Super Empreendimentos, facilitou transferências financeiras ilícitas.

As investigações revelam um complexo esquema de corrupção envolvendo diversas esferas, incluindo a criação de contratos fictícios para dar aparência de legalidade aos pagamentos ilícitos, reforçando a necessidade de averiguação rigorosa sobre as atividades do grupo.

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