Justiça converte prisão em preventiva; defesa pede domiciliar.

Paola Stefany Neto Cirino enfrenta sérias acusações de latrocínio, após a Justiça de Minas Gerais transformar sua prisão em preventiva. Ela é suspeita de ter assassinado um casal de idosos no bairro São Pedro, o que gerou grande repercussão na comunidade.
Os homicídios ocorreram no dia 29, quando Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e sua esposa Maria Clotilde foram encontrados mortos. Cláudio possuía mais de 40 perfurações em seu corpo, enquanto Maria apresentava 15 marcas de facadas em diversas partes, incluindo a garganta e tórax. Os corpos foram enviados ao Instituto Médico Legal para a realização de exames.
✨ Paola robou objetos de valor das vítimas, como joias, celulares e dinheiro durante o crime.
Durante a audiência de custódia, a defesa de Paola alegou que ela teria agido sob um surto psicótico. Contudo, a juíza Juliana Beretta Kirche Ferreira Pinto negou essa alegação por falta de provas concretas, como relatórios médicos que atestassem problemas mentais. Além disso, o pedido de prisão domiciliar foi rejeitado devido à gravidade das acusações.
Paola foi presa na madrugada de 2 de dezembro, em Itabira, após ser vista em câmeras de segurança saindo do prédio das vítimas com sacolas que não estavam com ela ao entrar. Ela alegou ter ouvido vozes que a instruíram a cometer os crimes e que, após roubar o casal, não se sentiu satisfeita e os matou.
"A suspeita afirmou estar arrependida e que esperava ser encontrada pela polícia.
Os crimes de latrocínio envolvem roubo seguido de morte, configurando gravíssimas violações da lei, puníveis com pena severa. Este caso em particular teve um impacto significativo em Minas Gerais, levando a comunidade a sentir-se insegura.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Justiça

Decisão acontece após conclusão da PF sobre o deputado Luiz Fernando Faria

Fraude ocorreu em Joinville, Santa Catarina, com identidade falsa.

André Luís Garcia de Pinho cumpre pena de 22 anos pela morte da esposa

Paola Cirino é acusada de matar os patrões com mais de 50 facadas.