Dólar abre em baixa enquanto Lula lidera pesquisa eleitoral
Mercado financeiro reflete sobre negociações internacionais e política local

Na sexta-feira (19), o dólar realizava uma leve queda de 0,20%, finalizando a R$ 5,1643. Na abertura de segunda-feira (22), a moeda estadunidense continuava a apresentar desvalorização em relação ao real, mesmo com uma alta geral em outros mercados internacionais.
Os investidores estão cautelosos em meio às negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã, que influenciam o cenário econômico. Por volta das 9h25, a cotação do dólar estava em R$ 5,1502, com uma leve redução de 0,02%.
Intervenções do Banco Central
O Banco Central do Brasil programou um leilão à vista de US$ 1 bilhão para às 9h20, além de vender 20.000 contratos de swap cambial reverso, totalizando também US$ 1 bilhão. Este tipo de leilão visa a manter a estabilidade do mercado, permitindo ao BC vender dólares à vista e adquirir no mercado futuro.
✨ Às 11h30, ocorrerá leilão adicional de 50.000 contratos de swap cambial, focado na rolagem do vencimento de 1º de julho.
Além do cenário cambial, uma nova pesquisa Datafolha trouxe à tona a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas intenções de voto, o que pode ter impacto significativo no mercado financeiro e nas expectativas econômicas.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Mercado Financeiro

Taxas futuras de juros sobem com avanço do dólar e dados do varejo
Cenário econômico provoca alta nas taxas de juros futuros no Brasil

Juros futuros caem com dólar em baixa e petróleo despencando
Expectativa de paz entre EUA e Irã influencia mercado financeiro.

Ibovespa despenca após denúncias sobre Flávio Bolsonaro
O principal índice da bolsa brasileira opera abaixo de 178 mil pontos.

Perspectivas Delicadas para Moedas Latinas em Meio ao Conflito no Oriente Médio
Analistas projetam queda nas principais divisas da América Latina em abril devido a tensões geopolíticas e políticas monetárias cautelosas.





