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AngloGold Ashanti defende inclusão do ouro como mineral crítico

CEO destaca importância do ouro na economia e infraestrutura

Gabriel Azevedo27 de maio de 2026 às 20:20
AngloGold Ashanti defende inclusão do ouro como mineral crítico

A AngloGold Ashanti, por meio de seu CEO, Luís Otávio de Lima, enfatizou a necessidade de inclusão do ouro no novo marco legal de minerais críticos, atualmente em tramitação no Senado, após aprovação na Câmara dos Deputados.

Durante uma entrevista ao programa Mapa da Mina, Lima destacou que o ouro não apenas complementa outros minerais essenciais, mas é crucial como ‘motor econômico’ para o Brasil. Ele comentou: 'Defendemos que, ao falarmos sobre minerais críticos, estamos abordando o motor da infraestrutura e da descarbonização tecnológica.'

Ouro fora do foco do novo projeto

O Projeto de Lei que regulamenta os minerais críticos, aprovado pela Câmara, prioriza elementos como lítio, cobalto, nióbio e terras raras, deixando o ouro de fora. Para que o metal precioso seja adicionado ao texto, são necessárias alterações durante sua apreciação no Senado, o que provavelmente levará o projeto de volta à Câmara.

Brasil possui vasto potencial de exploração mineral.

Além do debate sobre o marco regulatório, Lima ressaltou que o Brasil ainda tem grande potencial não explorado. Ele mencionou a operação subterrânea da AngloGold em Minas Gerais, parte do quadrilátero ferrífero, afirmando que 'há muitas oportunidades nesta região que ainda precisam ser exploradas.'

Com presença no Brasil há mais de 190 anos, a AngloGold Ashanti se destaca como a principal produtora de ouro do país e a terceira em todo o mundo, operando em três unidades: Cuiabá (Sabará/MG), Córrego do Sítio (Santa Bárbara/MG) e Serra Grande (Crixás/GO).

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