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CCGL investe R$ 680 milhões em ampliação do Termasa em Rio Grande

Terminal Marítimo terá capacidade aumentada para 6 mil toneladas/hora

Ricardo Alves26 de maio de 2026 às 17:00
CCGL investe R$ 680 milhões em ampliação do Termasa em Rio Grande

A Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL) está investindo R$ 680 milhões na ampliação do Terminal Marítimo Luiz Fogliatto (Termasa), localizado no Porto de Rio Grande. Com essa expansão, o terminal terá uma capacidade de operação de 6 mil toneladas por hora.

Visita do Secretário da Agricultura

Na última terça-feira (26), o terminal recebeu a visita de Márcio Madalena, secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul. A CCGL informou que suas unidades logísticas já correspondem a 52% das exportações de graneis vegetais do estado, tendo o Porto de Rio Grande como principal ponto de escoamento.

Objetivos da ampliação

A obra visa modernizar equipamentos e aumentar a capacidade de carregamento. Guillermo Dawson Jr., vice-presidente da CCGL, enfatizou que a reformulação do terminal deve aumentar sua competitividade no mercado de exportação, especialmente em embarques de soja e farelo de soja.

A nova configuração poderá ampliar a participação do Porto de Rio Grande nas exportações.

Impacto na logística portuária

Aumentar a capacidade portuária está diretamente ligado ao escoamento da produção agropecuária. Terminais que conseguem realizar embarques de forma mais ágil tendem a melhorar a logística, reduzindo o tempo de operação dos navios e aumentando a fluidez do envio de cargas.

Visita à Refinaria de Petróleo Riograndense

Além do Terminal Marítimo, a comitiva também fez uma visita à Refinaria de Petróleo Riograndense, onde foi apresentado um projeto para conversão em biorrefinaria. A iniciativa busca abandonar a produção de combustíveis fósseis em favor de produtos 100% renováveis, mas detalhes sobre cronograma e matérias-primas ainda não foram divulgados.

Com a ampliação do Termasa, o Porto de Rio Grande se fortalece na logística de graneis vegetais.

O impacto real sobre custos e competitividade dependerá da finalização das obras e da demanda no mercado internacional.

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