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Vale prevê que metais básicos representarão 35% do EBITDA até 2035

Aumento na demanda por minerais essenciais impulsiona a estratégia da empresa para o setor.

Giovani Ferreira31 de março de 2026 às 10:25
Vale prevê que metais básicos representarão 35% do EBITDA até 2035

A Vale anunciou nesta terça-feira (31) que sua unidade de metais básicos, a VBM, deverá contribuir com cerca de 30% a 35% do EBITDA consolidado da empresa até 2035. Essa projeção reflete o aumento da demanda por minerais críticos como cobre e níquel, elementos essenciais na transição energética global.

Esse indicador financeiro, EBITDA, avalia o desempenho operacional das empresas antes de considerar juros, impostos, depreciação e amortização. Seu uso é comum no mercado para medir a capacidade de geração de caixa.

Expectativas e Estratégias

Com base na previsão dos preços de cobre, níquel e ouro, além dos dados de produção previamente publicados, a Vale atualizou suas expectativas de longo prazo. A companhia reafirma sua estratégia de crescimento na participação de metais essenciais para a transição energética dentro de seu portfólio, em um cenário de aumento global na procura por cobre, impulsionado por eletrificação, veículos elétricos e energias renováveis.

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O foco em metais básicos é crucial à medida que a demanda global por tecnologias limpas aumenta

Especialista da Vale

Atualização do fluxo de caixa livre da VBM pode chegar a até US$ 1,9 bilhão até 2026.

Projeções de Preços

Os preços projetados incluem: cobre entre US$ 11.600 e US$ 13.200 por tonelada, níquel de US$ 15.000 a US$ 18.100 por tonelada e ouro entre US$ 4.300 e US$ 5.500 por onça troy.

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