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Sônia Guajajara permanece internada e planeja reeleição como deputada federal

Ministra dos Povos Indígenas está sob cuidados médicos após mal-estar, mas deve ter alta em breve.

Gabriel Rodrigues25 de março de 2026 às 16:40
Sônia Guajajara permanece internada e planeja reeleição como deputada federal

A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, segue internada no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo e deve receber alta na manhã desta quinta-feira (26).

Segundo informações do hospital, o cardiologista Sérgio Timerman optou por mantê-la mais um dia sob observação, embora Sônia apresente um quadro satisfatório de saúde.

A ministra foi internada no último sábado (21), relatando febre alta e dor abdominal, e está sob os cuidados dos médicos Timerman e Rinaldo Focaccia Siciliano.

Candidata à reeleição, Sônia Guajajara deixará o ministério até 30 de março.

Em um recente anúncio, Sônia confirmou sua decisão de deixar o cargo para tentar a reeleição como deputada federal por São Paulo. Ela ocupará a posição até o final de março.

"

O legado que deixo é a retomada da demarcação de terras indígenas e a centralidade da pauta indígena nas discussões públicas

Sônia Guajajara.

Contexto

Desde a criação do Ministério dos Povos Indígenas em janeiro de 2023, Sônia Guajajara tem trabalhado para garantir os direitos de 1,7 milhão de indígenas no Brasil.

A ministra também mencionou os desafios enfrentados durante sua gestão, especialmente em relação à demarcação de terras, que frequentemente esbarra em conflitos judiciais entre o Supremo Tribunal Federal e o Congresso.

Ela sublinhou os avanços no processo de homologação de terras indígenas, com um total de 20 áreas reconhecidas nos últimos três anos, superando os resultados da década anterior.

  • 1Arara do Rio Amazônia (AC)
  • 2Kariri Xocó (AL)
  • 3Rio dos Índios (RS)
  • 4Tremembé da Barra do Mandaú (CE)
  • 5Uneiuxi (AM)
  • 6Ava Canoeiro (GO)

Nos últimos dois anos, o ministério atuou na oficialização de várias áreas, incluindo novos territórios no Ceará e legalizações na Conferência Nacional das Mulheres Indígenas.

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Gabriel Rodrigues

Jornalista especializado em Notícias Gerais

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