Lula e Trump debatem tarifas, terras raras e combate ao crime organizado.

O governo dos Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, denunciou práticas do Brasil que dificultam o comércio, propondo tarifas de 25% sobre as mercadorias brasileiras. A crítica ocorreu após um encontro entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 1º de junho de 2026, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) anunciou que encontrou evidências de ações do governo brasileiro que são consideradas 'irrazoáveis' e que impactam negativamente o comércio. Esse posicionamento seguiu uma investigação iniciada em 15 de julho de 2025, a qual culminou na sugestão de tarifas punitivas.
✨ EUA propõem tarifas de 25% sobre produtos brasileiros após investigação.
Jamieson Greer, representante comercial dos EUA, expressou que, embora haja diálogo contínuo entre as administrações, diferenças significativas permanecem. O prazo para a implementação de medidas corretivas se encerra em 15 de julho de 2026.
O USTR identificou produtos que estarão isentos das novas tarifas, incluindo doações, materiais informativos e itens específicos como certas carnes, frutas, terras raras e produtos químicos.
A análise do USTR destacou questões críticas que vão desde o desmatamento até a proteção da propriedade intelectual. Segundo o relatório, o Brasil falha na aplicação de leis contra desmatamento e corrupção, especificamente em relação à Operação Lava Jato.
Os interessados têm até 22 de junho de 2026 para enviar pedidos para audiências públicas e até 1º de julho para comentários sobre as propostas do USTR.
O cenário apresenta um momento crítico nas relações comerciais Brasil-EUA, com significativas repercussões para ambos os países caso as propostas sejam efetivadas.
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Jornalista especializado em Política

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