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política
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Financiamento coletivo para pré-candidatos supera R$ 500 mil

Renan Santos e Marcel Van Hattem destacam-se em arrecadações iniciais

Mariana Souza18 de maio de 2026 às 05:00
Financiamento coletivo para pré-candidatos supera R$ 500 mil

O financiamento coletivo online, que começou na última sexta-feira (15), já soma mais de R$ 500 mil em doações para pré-candidatos nas eleições de 2026. Este novo modelo de arrecadação se estabelece como uma importante ferramenta para campanhas políticas.

De acordo com dados analisados pela CNN, entre a manhã de sexta e a noite de domingo (17), Renan Santos (Missão) liderou as contribuições, acumulando R$ 165.550 de 2.406 apoiadores, seguido por Marcel Van Hattem (Novo-RS), que arrecadou R$ 133.141 de 1.158 doadores.

Renan Santos, em 5º lugar nas intenções de voto, atraiu o maior volume de doações até agora.

Ranking de Arrecadação

  • 1Renan Santos (Missão), presidência: R$ 166.629
  • 2Marcel Van Hattem (Novo), Senado: R$ 133.876
  • 3Gustavo Gayer (PL), Senado: R$ 55.974
  • 4Jones Manoel (PSol), Câmara: R$ 54.512
  • 5Rony Gabriel (Podemos), Câmara: R$ 41.483
  • 6Daniel Soranz (PSD), Câmara: R$ 39.954

O partido Missão lidera em arrecadação, tendo superado a marca de R$ 200 mil em doações desde sua criação em 2025.

Contexto do Financiamento Coletivo

O que é financiamento coletivo?

Implementado pela reforma de 2017, o financiamento coletivo, ou 'vaquinhas virtuais', permite que candidatos arrecadem fundos por meio de plataformas digitais, que devem ser cadastradas e aprovadas pelo TSE.

As plataformas autorizadas devem seguir rígidas normas, como a identificação dos doadores e a emissão de recibos eleitorais. Até agora, apenas quatro empresas estão qualificadas para operar essa modalidade, com a Quero Apoiar se destacando por divulgar suas arrecadações.

Vale lembrar que desde 2015, o financiamento de campanhas eleitorais por empresas é proibido no Brasil, permitindo apenas o financiamento por pessoas físicas.

A arrecadação deve atender a requisitos legais antes do repasse aos candidatos, como a abertura de contas bancárias específicas. Este é o quinto ano em que esse modelo de arrecadação é aplicado nas eleições brasileiras.

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