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política
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G7 avança com plano de minerais críticos e Brasil participa de reunião

Reunião em Washington destaca a importância da cadeia de suprimento.

Fernanda Lima10 de abril de 2026 às 16:20
G7 avança com plano de minerais críticos e Brasil participa de reunião

O Grupo dos Sete (G7) lançou um plano abrangente em 2025 para o desenvolvimento de minerais críticos, mobilizando diversos bilhões em investimentos visando a reorganização de suas cadeias de suprimento entre países aliados.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, participará de uma reunião ministerial em Washington na próxima sexta-feira (17), que abordará a agenda do G7 relacionada a esses minerais estratégicos. A viagem está alinhada com a agenda oficial do ministro nos Estados Unidos, que ocorre entre 14 e 17 de abril, onde ele também se envolverá nas reuniões de primavera do FMI e do Banco Mundial.

Diplomacia Mineral em Foco

A discussão sobre minerais críticos está sendo cada vez mais priorizada pelas grandes economias como uma questão de segurança econômica, industrial e tecnológica. Em janeiro, o Tesouro dos EUA organizou uma reunião com ministros de finanças do G7 e outros aliados para explorar estratégias para diversificar a cadeia de fornecimento de minerais críticos, com ênfase nas terras raras, devido à elevada dependência atual desse mercado na China.

O G7 visa reestruturar a produção e fornecimento de minerais críticos e promover investimentos em novas iniciativas fora da Ásia.

O plano de ação do G7, apresentado no ano anterior, busca diversificar a produção e aumentar a geração de valor local em projetos de mineração e processamento. Essa estratégia é uma resposta às vulnerabilidades do mercado, além de preparar os países aliados para evitar escassez e disrupções inesperadas.

Contexto Importante

O G7, composto por Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, tem envolvido o Brasil em conversas paralelas sobre energia, clima e minerais, apesar de o país não ser membro formal do grupo.

Além dos EUA, países como França e Austrália já se manifestaram, apoiando e financiando projetos de minerais críticos no Brasil, evidenciando a importância do país nesse novo cenário estratégico.

A mobilização de capital privado e público, juntamente com o apoio de agências de crédito à exportação e reformas regulatórias, será crucial para criar um ambiente de investimento favorável para essas iniciativas.

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