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política
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Governo avança em subsídio ao diesel, apenas um estado resiste

Vice-presidente confirma adesão de quase todas as federações ao programa

Giovani Ferreira14 de abril de 2026 às 10:15
Governo avança em subsídio ao diesel, apenas um estado resiste

O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou nesta segunda-feira (13) que apenas um dos 27 estados brasileiros ainda não se juntou à iniciativa do governo federal para conceder subsídios ao diesel importado. Essa estratégia, parte do plano para controlar o aumento nos preços de combustíveis, permitirá que os custos sejam compartilhados igualmente entre a União e os estados que concordarem em participar.

Apesar de não revelar qual unidade da Federação permanece resistente, Alckmin afirmou: "Vinte e seis estados já aderiram. De repente, a gente chega à unanimidade, aos 27". Há duas semanas, ele havia indicado que Rio de Janeiro e Rondônia estavam entre os estados que declinaram a proposta.

O programa de subsídio resulta em uma economia de até 0,64 centavos por litro de diesel para a população durante dois meses.

Alckmin detalhou que, após a exclusão da cobrança de PIS e Cofins sobre o diesel, o governo federal implementou um subsídio, incentivando os estados a reduzirem o ICMS em 0,32 centavos. Para aqueles que aceitarem essa redução, a União contrabalançará com a mesma quantia, completando um desconto total de 0,64 centavos por litro.

Além desse contexto imediato, o vice-presidente também mencionou que o Brasil poderá se tornar autossuficiente na produção de diesel num prazo de cinco anos, com a construção de novas refinarias. "Um estudo da Petrobras prevê que, em cinco anos, poderíamos zerar a necessidade de importação de diesel. Assim, finalizando as novas refinarias, poderemos alcançar a autossuficiência, embora isso ainda não seja uma realidade", afirmou.

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