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política
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Gustavo Petro proíbe posse de Abelardo De la Espriella em base militar

Cerimônia de posse deve ocorrer no Congresso, conforme lei

Gabriel Rodrigues13 de julho de 2026 às 06:45
Gustavo Petro proíbe posse de Abelardo De la Espriella em base militar

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, decidiu que a cerimônia de posse de Abelardo De la Espriella, seu sucessor eleito, não poderá ocorrer em uma instalação militar, insistindo que a legislação exige que a posse ocorra no Congresso em Bogotá. Essa medida gera um clima de tensão política no país.

De la Espriella, que ingressará no cargo em 7 de agosto, já manifestou suas intenções de realizar a cerimônia em uma guarnição militar, argumentando sua afinidade com a segurança pública e as forças armadas. No entanto, a proposta dependerá da aprovação do novo Congresso, que inicia os trabalhos em 20 de julho.

"

No exercício de minhas faculdades constitucionais e legais, ordeno que nenhum estabelecimento militar sirva para uma posse de um presidente da República da Colômbia

Gustavo Petro

Logística para o deslocamento dos congressistas até a base militar é complexa.

Petro também expressou suas preocupações sobre a legitimidade do resultado das eleições, alegando ter provas de fraude durante o segundo turno. Ele convoca uma manifestação para o mesmo dia em que o Congresso reiniciará atividades, buscando mobilizar apoio popular.

O atual presidente também declarou: "Os quartéis militares e policiais estão sob minhas ordens até que o novo presidente preste juramento". Essa afirmação reforça sua posição como comandante supremo das forças armadas até a transição oficial de poder.

Contexto da Situação

A posse presidencial na Colômbia é tradicionalmente realizada no Congresso, conforme estipulado pela Constituição de 1991. O embate entre os dois líderes reflete a polarização política que o país enfrenta.

Além disso, Petro ressaltou que as leis são formuladas no Congresso e não nos quartéis, enfatizando que seu papel é proteger as leis e a Constituição durante seu mandato. Ele afirmou que a segurança do povo é prioridade em sua administração.

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