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política
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Haddad critica governador por ofensas a pré-candidatas ao Senado

Pré-candidato do PT se manifesta contra comentários de Tarcísio

Gabriel Rodrigues10 de julho de 2026 às 19:55
Haddad critica governador por ofensas a pré-candidatas ao Senado

Nesta sexta-feira (10), Fernando Haddad, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, fez uma forte crítica às declarações do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) sobre as pré-candidatas ao Senado, Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB).

Haddad, durante uma entrevista a jornalistas em São Paulo antes de sua participação no podcast 'Derrubando Muros', classificou os comentários de Tarcísio como uma "agressão gratuita a duas mulheres".

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Não precisa concordar com pauta ambiental, da educação, as duas grandes bandeiras da Marina e da Simone, mas tem que respeitar e fazer o debate de ideias. Avaliei com perplexidade.

A controvérsia surge numa fase crítica das eleições em que Haddad se destaca como concorrente. Esse episódio provocou reações por parte de Marina e Tebet, que ressaltaram a importância de se reconhecer o trabalho das mulheres na política.

Marina recordou que São Paulo é um estado inclusivo, que acolhe pessoas de todas as regiões, enquanto Simone destacou seu histórico de contribuições fiscais ao estado, enfatizando sua conexão com São Paulo como residente há mais de dez anos.

Regra eleitoral no Brasil: para concorrer a um cargo, o candidato precisa ter domicílio na localidade pelo menos seis meses antes da eleição.

Entendendo a legislação

No contexto eleitoral brasileiro, a nacionalidade e o cumprimento das condições de elegibilidade são fatores cruciais, mas a legislação não exige que o candidato tenha nascido no estado onde concorre.

Haddad, que tem recorrido a uma estratégia de comunicação direta, ressaltou que as divergências devem ser discutidas de forma civilizada, sem ataques pessoais.

As críticas de Tarcísio, que argumentou que Marina e Simone não têm raízes políticas firmes em São Paulo, foram vistas como uma tentativa de deslegitimar suas candidaturas, o que gerou um debate sobre a natureza inclusiva da política nacional.

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