Lula condena detenção de ativista brasileiro por Israel
Presidente cobra libertação imediata de Thiago Ávila

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a manutenção da prisão do ativista Thiago Ávila pelo governo israelense como uma ação "injustificável" e pediu sua pronta libertação.
Ávila foi detido enquanto integrava a Global Sumud Flotilla, que tenta enviar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. Lula enfatizou que essa decisão deveria ser "condenada por todos".
✨ O governo brasileiro, juntamente com a Espanha, exige segurança e libertação imediata dos ativistas detidos.
O ativista está em uma cela solitária sem janelas e iniciou uma greve de fome em protesto à sua detenção. Sua esposa, Lara Silva, relatou que a prisão foi prorrogada por mais cinco dias, sem a formalização de queixas e com base em acusações consideradas apenas suspeitas.
As informações que sustentam a prisão permanecem sigilosas, o que, segundo a defensor, representa uma violação do direito de defesa.
O espanhol-palestino Saif Abu Keshek também foi preso, ambos acusados de vínculos com uma organização sancionada pelos Estados Unidos. Os governos do Brasil e da Espanha já se manifestaram contra o que chama de "sequestro" dos cidadãos.
"A ação flagrante das autoridades israelenses, fora de sua jurisdição, é uma afronta ao Direito Internacional e pode ser contestada em cortes internacionais.
Contexto
O ativista Thiago Ávila foi detido durante uma tentativa de levar ajuda humanitária a Gaza, e sua prisão gera repercussões internacionais.
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