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política
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Pesquisa mostra Lula com 42% e Flávio Bolsonaro com 41% em empate técnico

Aprovação do governo Lula mostra recuperação após novas iniciativas.

Tiago Abech13 de maio de 2026 às 10:10
Pesquisa mostra Lula com 42% e Flávio Bolsonaro com 41% em empate técnico

Uma pesquisa realizada pela Quaest, divulgada nesta quarta-feira (13), revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está com 42% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chega a 41%, configurando um empate técnico entre os dois.

Assessores de Lula destacam que as recentes ações do governo, como o lançamento do programa "Novo Desenrola Brasil", têm contribuído para uma melhora na imagem do presidente junto aos eleitores. Outro ponto positivo foi o encontro de Lula com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Os dados mostram uma nova recuperação da aprovação ao governo Lula, principalmente entre as mulheres e eleitores de baixa renda.

A equipe do presidente nota que sua popularidade entre grupos de eleitores, especialmente as mulheres e pessoas com rendimentos entre dois e cinco salários mínimos, aumentou, após uma fase de queda nesse apoio.

No lançamento do Novo Desenrola, Lula abordou a importância das mulheres na gestão financeira da família e impôs restrições aos beneficiários do programa em relação a apostas em jogos online, uma questão preocupante para o eleitorado feminino.

Porém, a equipe de Lula continua atenta à perda de apoio entre os evangélicos, onde Flávio Bolsonaro constantemente conquista novos votos. Em contrapartida, Lula mantém sua adesão entre os católicos.

Contexto

A recente percepção dos brasileiros em relação à economia mostrou uma leve melhora, o que pode ajudar na aprovação do governo Lula, especialmente após a revogação da taxa das blusinhas, que estava desgastando sua imagem.

A revogação da taxa foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça, após esforços da oposição em derrubá-la no Congresso, levando o presidente a agir rapidamente através de uma medida provisória.

Ainda assim, o governo se prepara para enfrentar novos desafios, especialmente com o recente aumento nos preços dos alimentos, e planeja implementar medidas para controlar os custos dos combustíveis, previstos para serem anunciados em breve.

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