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política
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PSOL Mantém Alinhamento para Eleições com Guilherme Boulos e Erika Hilton no Comando

Lideranças destacam a relevância da sigla apesar de divergências internas

Mariana Souza27 de março de 2026 às 14:55
PSOL Mantém Alinhamento para Eleições com Guilherme Boulos e Erika Hilton no Comando

A facção do PSOL liderada por Guilherme Boulos, atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência, e pela deputada federal Erika Hilton, decidiu que permanecerá no partido para a disputa eleitoral deste ano.

Embora a possibilidade de saída da legenda não esteja descartada, essa ação não ocorrerá antes da realização das eleições. O grupo Revolução Solidária já iniciou discussões sobre uma possível migração para o PT, uma vez que a maioria do diretório nacional do PSOL rejeitou a ideia de formar uma federação com a sigla de Lula.

PSOL optou por um caminho de isolamento.

"

Apesar do grave erro assumido pela maioria do partido em rejeitar compor uma federação da esquerda, entendemos que o PSOL tem sua importância na esquerda brasileira e que sua inviabilização institucional não faria bem ao campo progressista.

Nota da corrente Revolução Solidária

Na nota divulgada nesta sexta-feira, 27, a corrente não apenas criticou a votação desfavorável, mas também expressou preocupação com a importância da manutenção da sigla no cenário político brasileiro, alertando que sua desistência poderia ter efeitos negativos.

Contexto

O PSOL tem enfrentado tensões internas, com disputas que refletem a diversidade de opiniões dentro da esquerda.

Além de Boulos e Hilton, outros representantes da Revolução Solidária incluem os deputados federais Luciene Cavalcanti e Pastor Henrique Vieira, a pré-candidata à Câmara Natalia Boulos, e os deputados estaduais Carlos Gianazzi, Ediane Maria, Renata Souza, Yuri Moura, Dani Monteiro e Bella Gonçalves.

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