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Saúde
2 min de leitura

Dia Mundial de Parkinson alerta para sinais precoces da doença

Especialistas destacam sintomas que podem surgir até 20 anos antes do diagnóstico

Acro Rodrigues11 de abril de 2026 às 13:05
Dia Mundial de Parkinson alerta para sinais precoces da doença

O Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson, em 11 de abril, destaca a importância de reconhecer sintomas que podem preceder o diagnóstico, como problemas intestinais e alterações no olfato, que podem aparecer até 20 anos antes.

Com cerca de 10 milhões de casos globais, segundo a Organização Mundial da Saúde, o número pode dobrar até 2050, impulsionado pelo envelhecimento da população. No Brasil, aproximadamente 200 mil pessoas são afetadas pela condição.

Os sintomas não motores são um sinal de alerta crucial para a Doença de Parkinson.

Entendendo o Parkinson

A Doença de Parkinson é uma condição neurodegenerativa que resulta na perda de neurônios responsáveis pela produção de dopamina no cérebro. Essa falta de dopamina afeta o controle motor, causando sintomas como tremor e rigidez muscular.

Sinais precoces e sintomas

Embora o tremor seja o sintoma mais conhecido, existem manifestações não motoras que podem surgir anos antes. Entre elas estão:

  • 1Constipação: problemas intestinais podem antecipar o diagnóstico.
  • 2Alterações no olfato: a hiposmia é comum e pode ser um alerta.
  • 3Distúrbios do sono REM: movimentos anormais e sonhos intensos são indicadores.
  • 4Depressão: sintomas depressivos podem preceder sinais motores.

Esses sintomas podem evoluir para quadros mais graves, incluindo ansiedade e comprometimento cognitivo.

Tratamentos disponíveis

Atualmente, não existe cura para a Doença de Parkinson. O tratamento visa controlar os sintomas e manter a qualidade de vida dos pacientes. Isso inclui a administração de medicamentos que mimetizam a ação da dopamina, aliada a fisioterapia e atividade física.

Intervenções cirúrgicas, como a estimulação cerebral profunda e novas técnicas terapêuticas, podem ser consideradas em casos mais avançados.

Pesquisas sobre possíveis curas, incluindo a modulação da proteína alfa-sinucleína e terapias gênicas, estão em andamento. Com atendimento apropriado, é possível que pacientes mantenham sua autonomia e qualidade de vida por um longo período.

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