Gripe aviária H5N1 é registrada no Chile com mortes de aves
Medidas de controle já estão sendo implementadas na região afetada.

A Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) anunciou nesta sexta-feira (3) a confirmação de um surto de gripe aviária, tipo H5N1, em aves domésticas no Chile, resultando em 15 mortes em um grupo de 198 aves afetadas.
A infecção foi relatada na região de Magallanes e as autoridades locais já iniciaram ações de desinfecção e monitoramento para conter a propagação do vírus.
Medidas de Contenção
Em resposta ao surto, foram implementadas várias estratégias, como a desinfecção de áreas afetadas, controle na movimentação de pessoas e animais, além de quarentena e zoneamento da região.
✨ Este é o primeiro caso da doença no Chile em dois anos, com o último surto datando de março de 2024.
A OMSA também confirmou que outros países da América do Sul estão lidando com surtos semelhantes, incluindo um foco na Argentina e casos no Uruguai.
Situação no Brasil
No Brasil, o Ministério da Agricultura contabilizou 188 casos de gripe aviária desde a primeira ocorrência em 15 de maio de 2023, com a maioria em aves silvestres. O sistema de monitoramento continua em vigilância, com quatro investigações em andamento sem conclusões até o momento.
Recentemente, o estado de emergência zoossanitária no país foi prorrogado por mais 180 dias para intensificar a luta contra a doença.
Compreendendo a Gripe Aviária
A gripe aviária é uma infecção viral altamente contagiosa entre aves, principalmente provocada pela cepa H5N1. Os sintomas em aves incluem morte súbita, tosse, diminuição na produção de ovos e hemorragias nas pernas.
✨ Embora a transmissão entre humanos seja rara, o contato direto com aves infectadas representa o maior risco.
Prevenção nas Criações
Para evitar a propagação da gripe aviária em granjas, é crucial manter as aves domésticas longe de aves silvestres e implementar medidas rígidas de higiene nos criatórios.
Contexto
A gripe aviária foi registrada pela primeira vez em 1878 e desde então evoluiu em diversas cepas, com o H5N1 sendo uma das mais preocupantes devido ao seu alto potencial de transmissão.
A OMSA recomenda a vigilância contínua e a adoção de práticas de biosegurança para proteger tanto os plantéis quanto a saúde pública.
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