Voltar
Saúde
1 min de leitura

MPF exige que Hospital Albert Einstein implemente cotas em residência médica

Ação civil cobra inclusão de grupos sub-representados na seleção de 2026

Giovani Ferreira08 de junho de 2026 às 17:05
MPF exige que Hospital Albert Einstein implemente cotas em residência médica

O Ministério Público Federal (MPF) moveu uma ação civil pública para forçar o Hospital Israelita Albert Einstein, localizado em São Paulo, a adotar políticas de cotas em seus programas de residência médica.

De acordo com o MPF, a implementação de ações afirmativas é mandatória mesmo em instituições privadas, pois esses programas estão ligados ao treinamento dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).

A proposta inclui a criação de editais complementares no processo seletivo de 2026, garantindo vagas para candidatos com deficiência, negros, indígenas, quilombolas e pessoas trans.

O MPF ressalta que o Hospital Albert Einstein se beneficia de recursos públicos indiretos, devido à sua imunidade tributária federal, o que torna a aplicação de cotas ainda mais pertinente.

Possuindo o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (Cebas) e atuando em colaboração com o SUS, o hospital é dispensado do pagamento de certas contribuições federais.

Em resposta, o Hospital Albert Einstein informou que ainda não recebeu notificação sobre a ação e, portanto, não possui informações detalhadas sobre os conteúdos da mesma.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de Saúde