Ação civil cobra inclusão de grupos sub-representados na seleção de 2026

O Ministério Público Federal (MPF) moveu uma ação civil pública para forçar o Hospital Israelita Albert Einstein, localizado em São Paulo, a adotar políticas de cotas em seus programas de residência médica.
De acordo com o MPF, a implementação de ações afirmativas é mandatória mesmo em instituições privadas, pois esses programas estão ligados ao treinamento dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).
✨ A proposta inclui a criação de editais complementares no processo seletivo de 2026, garantindo vagas para candidatos com deficiência, negros, indígenas, quilombolas e pessoas trans.
O MPF ressalta que o Hospital Albert Einstein se beneficia de recursos públicos indiretos, devido à sua imunidade tributária federal, o que torna a aplicação de cotas ainda mais pertinente.
Possuindo o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (Cebas) e atuando em colaboração com o SUS, o hospital é dispensado do pagamento de certas contribuições federais.
Em resposta, o Hospital Albert Einstein informou que ainda não recebeu notificação sobre a ação e, portanto, não possui informações detalhadas sobre os conteúdos da mesma.
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