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Segurança
2 min de leitura

Estupro coletivo contra crianças em SP é tratado como 'brincadeira' pelos suspeitos

Suspeitos minimizam crime em depoimentos à polícia e investigados seguem apreendidos.

Camila Souza Ramos06 de maio de 2026 às 08:00
Estupro coletivo contra crianças em SP é tratado como 'brincadeira' pelos suspeitos

Um jovem de 21 anos, identificado como Alessandro Martins dos Santos, foi detido sob suspeita de envolvimento em um caso grave de estupro coletivo contra crianças na zona leste de São Paulo. O homem, preso na Bahia, foi trazido de volta à cidade no dia 5 de dezembro.

Em seu depoimento, Alessandro descreveu o crime como uma ‘zoeira’, um termo que gerou indignação. Os outros quatro adolescentes envolvidos também minimizaram o ato, referindo-se a ele como uma ‘brincadeira’ durante os prestados esclarecimentos.

Delegado afirma que não houve arrependimento entre os suspeitos.

O delegado Júlio Geraldo, que comanda o caso no 63º Distrito Policial (Vila Jacuí), relatou não ter percebido qualquer sinal de arrependimento por parte dos investigados. A investigação prossegue, sem descartar novas linhas de apuração, mas até o momento, os indícios apontam para um 'crime de oportunidade'.

Contexto do crime

As vítimas, meninos de 7 e 10 anos, foram atraídas para uma residência sob a falsa promessa de conseguirem linha para empinar pipas.

Segundo apurações, Alessandro gravou o ato e compartilhou os vídeos via WhatsApp. Ele ainda incumbiu um dos adolescentes de registrar a cena. Um dos menores que estava foragido foi detido em 4 de dezembro durante uma operação de busca e apreensão no Ermelino Matarazzo.

Os demais adolescentes já haviam sido apreendidos e foram encaminhados para a Fundação Casa, enquanto a apuração continua sobre o caso, que ocorreu em 21 de abril, na área do bairro União de Vila Nova, no Jardim Pantanal.

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