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Segurança
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Prisão por racismo religioso em Salvador gera repercussão

Mulher é detida sob acusações de ataque a terreiro em Salvador

Gabriel Rodrigues06 de julho de 2026 às 17:05
Prisão por racismo religioso em Salvador gera repercussão

Uma mulher de 45 anos foi detida nesta segunda-feira, 6 de janeiro de 2026, pela Polícia Civil da Bahia em Salvador. Ela é alvo de uma investigação que apura crimes de racismo religioso e dano qualificado, em decorrência de um ataque ao terreiro Nzo Mutá Lombô ye Kayongo Toma Kwiza.

O incidente ocorreu em 20 de janeiro de 2026, quando a fachada e o portão do templo foram pichados com expressões ofensivas, como 'Jesus' e 'assassinos'.

Investigação respaldada por videomonitoramento leva à prisão.

As investigações, realizadas pela Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (Decrin), utilizaram imagens de câmeras de segurança e coleta de provas que possibilitaram a identificação da suspeita. Durante a operação, também foram confiscados dois celulares, um notebook e agendas, que passarão por análise para apoiar o inquérito.

Após a prisão, a suspeita foi submetida a exames legais e se encontra à disposição do Poder Judiciário. As investigações continuam para elucidar completamente os fatos relacionados ao ataque ao terreiro.

Contexto

O terreiro Nzo Mutá Lombô ye Kayongo Toma Kwiza é um espaço religioso localizado no bairro Cajazeiras XI, em Salvador. A intolerância religiosa tem sido uma preocupação crescente no Brasil, afetando diversas comunidades religiosas.

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