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Brasil contribui com a missão Artemis II na exploração lunar

Participação brasileira na agricultura espacial para missões lunares

Gabriel Azevedo07 de abril de 2026 às 10:30
Brasil contribui com a missão Artemis II na exploração lunar

A missão Artemis II, que marca o retorno do homem à órbita lunar após 54 anos, integra o Brasil como parte de um esforço global em exploração espacial, através do setor agropecuário.

Conexão com a Artemis II

Embora liderada pela NASA, a contribuição do Brasil se dá por meio da iniciativa Space Farming Brazil, promovida pela Embrapa, com apoio da Agência Espacial Brasileira. O objetivo é desenvolver tecnologias que permitam a produção de alimentos em condições extremas, um desafio fundamental para as futuras missões de longa duração.

A agropecuária brasileira, reconhecida por sua alta produtividade e adaptação climática, é aplicada em estudos para sistemas agrícolas que possam operar na Lua e em Marte.

Histórico da parceria

A colaboração com a NASA começou em 2020, quando o Brasil se juntou oficialmente ao Programa Artemis, focando em missões tripuladas. Marcos Pontes, ex-ministro da Ciência, enfatizou a importância da cooperação internacional para avanços espaciais.

O que está sendo cultivado?

Na primeira fase do projeto, foram escolhidas batata-doce e grão-de-bico devido à sua rápida adaptação e fornecimento nutricional aos astronautas. Em abril de 2025, sementes e mudas foram enviadas ao espaço na missão New Shepard, que contou com a presença da cantora Katy Perry.

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A parceria com a NASA nos traz uma aceleração maior para o desenvolvimento do nosso Programa Espacial

Marcos Pontes

Cultivo em ambientes extremos

O próximo passo é cultivar estes alimentos em ambientes controlados que podem ser instalados na Lua ou utilizados em viagens espaciais, avançando as pesquisas sobre agricultura espacial.

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