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Enchentes afetam produção de noz-pecã no Rio Grande do Sul

Produtores enfrentam perdas severas e buscam auxílio financeiro

Fernanda Lima30 de abril de 2026 às 20:20
Enchentes afetam produção de noz-pecã no Rio Grande do Sul

Em junho de 2024, o Rio Grande do Sul sofreu enchentes severas que impactaram drasticamente a produção de noz-pecã, resultando em perdas significativas para os agricultores da região.

Aprioração inicial era de 4.000 toneladas de nozes, mas a intensa precipitação durante a colheita afetou tanto a quantidade quanto a qualidade dos frutos.

Impacto das enchentes

As chuvas causaram inundações nos pomares, soterrando plantas e gerando danos irreversíveis. De acordo com os relatos dos produtores, as perdas alcançaram até 80% em determinadas áreas.

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Alguns pomares foram arrastados morro abaixo, resultando em perda total, e a qualidade das nozes restantes foi comprometida.

Investimentos e apoio

Implementar a cultura da noz-pecã exige investimentos substanciais, com custos mínimos em torno de R$ 150.000 para estabelecer um pomar de 1 hectare, que só se torna produtivo após sete anos.

Consciente dos desafios enfrentados, o Instituto Brasileiro de Pecanicultura fez um apelo por R$ 10 milhões aos governos estadual e federal para auxiliar os produtores na reestruturação de suas atividades.

Perspectivas para 2026

Apesar dos desafios enfrentados em 2024, as expectativas para a safra de 2026 são promissoras, com uma projeção de produção de 7.000 a 8.000 toneladas.

As melhorias são atribuídas a um regime de chuvas mais favorável, adoção de novas tecnologias pelos agricultores e novas áreas de pomares sendo cultivadas.

Esses fatores podem aumentar a colheita e aprimorar a qualidade dos frutos no estado.

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