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agricultura
2 min de leitura

Drones de pulverização promovem inclusão e precisão na agricultura

Documento apresenta dados para desmistificar o uso de drones na agropecuária

Gabriel Rodrigues30 de julho de 2026 às 07:10
Drones de pulverização promovem inclusão e precisão na agricultura

O uso de drones na pulverização agrícola é tema de uma nova cartilha que busca desmistificar a tecnologia e esclarecer suas vantagens. A publicação foi apresentada em Brasília, na terça-feira (14), e é resultado de um esforço conjunto entre entidades do setor agrícola.

Informações e Dados Relevantes

Intitulada "Drones de Pulverização – segurança, produtividade e inclusão", a cartilha foi elaborada por organizações como Sindag, Aprosoja Brasil, Aenda, CropLife Brasil e Sindiveg. O documento visa rebater críticas que se baseiam em mitos, apresentando dados que evidenciam a precisão e os benefícios dos drones na agricultura de precisão.

A tecnologia dos drones permite aplicações direcionadas, minimizando riscos de deriva e contaminação.

Um dos pontos fundamentais abordados é a percepção de que drones operam sem controle. A publicação explica que, tal como em outras formas de pulverização, certos cuidados são necessários para evitar problemas, como vento, temperatura e umidade. Quando seguidos os protocolos adequados, os drones proporcionam inúmeras vantagens.

Requisitos Regulamentares

O uso de drones para pulverização deve seguir regulamentações de órgãos como Mapa, Anac, Decea, Ibama e Anatel, que exigem registro da aeronave, habilitação do piloto, receituário agronômico e equipamentos homologados. Irregularidades podem resultar em penalidades severas.

Dados do Sindag indicam que, no final de 2025, o Brasil contabilizou 10.357 drones agrícolas registrados na Anac, com mais de 30 mil unidades importadas ao longo dos últimos anos. A publicação enfatiza que o debate deve ser construído a partir de dados concretos e que a regulamentação deve garantir a segurança e eficiência no uso da tecnologia.

  • 1Integração das bases de dados públicas
  • 2Capacitação dos operadores
  • 3Fiscalização rigorosa e regularização do setor

As entidades envolvidas enfatizam a importância de não deixar que casos isolados afetem a percepção sobre a tecnologia, defendendo a educação e a regulamentação como chaves para o futuro das operações agrícolas.

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