Iniciativa de cinco anos visa controlar surto em regiões afetadas

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) iniciaram um projeto emergencial com duração de cinco anos para erradicar o avanço da mosca-da-bicheira na América Central, México e Estados Unidos.
✨ O projeto conta com um financiamento de US$ 1 milhão e envolve especialistas de mais de 20 países.
Essa praga é conhecida por causar graves danos aos animais, pois suas larvas se alimentam de tecidos vivos, potencialmente levando a infecções mortais.
Recentemente, foram confirmados sete casos da mosca-da-bicheira nos Estados Unidos, sendo seis deles no Texas, marcando a primeira ocorrência do vetor no país em mais de quatro décadas.
"A rápida disseminação do parasita é atribuída à mudança climática e ao trânsito ilegal de rebanhos
Para a efetiva contenção da praga, especialistas alertam para a necessidade de liberar até 600 milhões de moscas estéreis semanalmente, enquanto a única biofábrica disponível atualmente tem capacidade para produzir apenas 100 milhões.
A resposta internacional tem sido limitada, e os planos incluem aumentar a produção em Metapa de Domínguez, México, e Mission, Texas, para eventualmente atingir 400 milhões de insetos estéreis por semana.
Apesar do orçamento e das metas estabelecidas, o material divulgado não especifica detalhes sobre o cronograma operacional nem os custos envolvidos.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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