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Moeda registra leve queda na sessão enquanto investidores monitoram rendimentos dos Treasuries e dados domésticos; Selic e cenário eleitoral seguem no radar.

Moeda americana registra pouca movimentação nesta sessão; mercado acompanha treasuries, sinais do Fed e fluxo de dólares para o Brasil.

No último pregão disponível (16/10/2026) a taxa de referência do Banco Central subiu; cenário externo e incertezas eleitorais continuam influenciando o câmbio.

No último pregão (sexta‑feira, 16/10/2026) a PTAX de venda do Banco Central fechou perto de R$ 5,08; provedores de mercado apontavam negócios intradiários ao redor de R$ 5,06.

Moeda oscilava próxima de R$ 5,10 por volta das 06h33 (horário de Brasília), com mercado monitorando fatores externos e cenário doméstico.

Moeda negociava em torno de R$ 5,05 na manhã desta quinta-feira, em sessão marcada pela oscilação do dólar global e por fluxos cambiais no Brasil.

Moeda americana operava em leve estabilidade por volta das 06h50, com atenção a pesquisas eleitorais no Brasil e ao recuo dos yields nos EUA.

Moeda operava estável na manhã de segunda-feira, com atenção do mercado voltada aos rendimentos dos Treasuries e ao fluxo pós-eleitoral.

Última referência oficial (PTAX) foi de R$ 4,9892 em 09/10/2026; fatores eleitorais e movimentos de juros internacionais seguem no radar dos investidores.

Dólar comercial encerrou a sessão de sexta-feira com leve recuo; investidores seguem atentos a dados domésticos e ao comportamento do dólar global.

Moeda americana registra leve alta por volta das 09h30 (BRT); mercado avalia IPCA de setembro, juros domésticos e movimento dos Treasuries.

Dólar comercial era negociado perto de R$ 5,02 por volta das 08h30, em sessão marcada por ajuste após rali pós-eleitoral e sinais mais hawkish do exterior.

Dólar comercial era negociado próximo de R$ 4,98 na manhã de 7 de outubro de 2026; investidores monitoram minutos do Fed e dados locais.

Moeda brasileira se fortaleceu no pregão de 5 de outubro e a PTAX registrou queda após reação positiva do mercado ao resultado eleitoral; investidores também seguem atentos a juros nos EUA.

Dólar comercial opera mais baixo após resultados do primeiro turno; volatilidade domina sessão e investidores monitoram sinais sobre ajuste fiscal e fluxo de recursos.

Dólar comercial (PTAX) encerrou a última sessão útil em R$ 5,2238; fraqueza do dólar no exterior e a pauta eleitoral no Brasil influenciaram o movimento.

Moeda opera próxima de R$ 5,21 na manhã de 3 de outubro de 2026; mercado monitora treasuries e expectativas sobre a política monetária dos EUA.

Moeda fechou o pregão de fim de mês perto de R$ 5,17; mercado reage à inflação norte-americana mais branda e à entrada líquida de recursos em setembro.

Dólar comercial operava ligeira baixa na sessão; mercado segue atento a rendimentos dos Treasuries, à agenda eleitoral e às expectativas sobre a Selic.

Moeda americana opera em patamar elevado enquanto investidores monitoram juros nos EUA, IPCA‑15 e ruídos políticos no Brasil.

Moeda operava estável pela manhã, enquanto o mercado digere elevação dos yields nos EUA, alta do petróleo e a proximidade das eleições brasileiras.

Moeda terminou a sessão de sexta-feira por volta de R$ 5,19–5,20; movimento coincide com avanço dos juros nos EUA e intervenções do Banco Central.

PTAX do Banco Central registra leve avanço na sexta-feira (25/09/2026); mercado acompanhou Treasuries em alta e a prévia da inflação (IPCA‑15).

No último fechamento (24/09/2026) a moeda encerrou acima de R$ 5,19; mercado acompanha treasuries, petróleo e dados domésticos.

Moeda avança na esteira do fortalecimento do dólar no exterior e do aumento dos rendimentos dos Treasuries; PTAX do dia anterior foi de R$ 5,1414.

Dólar comercial era negociado próximo de R$ 5,10 por volta das 09h30; atenção a Selic reduzida e aos rendimentos dos Treasuries.

Moeda operava estável pela manhã, com atenção a movimentos das bolsas internacionais, juros e dados domésticos; PTAX registra referência próxima ao valor observado.

Dólar à vista opera perto de R$ 5,15; mercado digere leilões do Banco Central, queda do petróleo e sinais sobre juros.

Último fechamento disponível aponta leve alta; mercado repercute alta de juros nos EUA, ajuste na Selic e leilões do Banco Central.

Moeda encerrou a última sessão cotada a R$ 5,14; mercado avalia cortes da Selic no Brasil, alta de juros nos EUA e leilões do Banco Central para dar liquidez.

Dólar comercial caía nesta sexta-feira; investidores monitoram decisão do Banco Central, movimento dos Treasuries e sinalizações externas.

Moeda americana opera estável perto de R$ 5,15 enquanto mercado digere alta de juros nos EUA e redução da Selic pelo Banco Central

Moeda oscilava marginalmente acima do fechamento anterior enquanto investidores monitoram sinalizações de juros nos EUA e um corte esperado da Selic no Brasil.

Moeda operava próxima da estabilidade por volta das 09h30 (BRT); alta do petróleo e a subida dos Treasuries mantêm o ambiente de nervosismo externo.

Dólar comercial era negociado próximo de R$ 5,09 na manhã; investidores acompanham expectativa de corte de juros no Brasil e dados internacionais.

No último pregão útil (sexta-feira, 11/09/2026) a moeda registrou alta, com mercado atento a dados de inflação no Brasil e nos EUA antes das decisões dos bancos centrais.

Moeda fechou próxima de R$ 5,10 (último fechamento disponível) enquanto investidores seguem atentos a dados internacionais e desdobramentos políticos no Brasil.

Moeda americana operava estável na manhã de 10/09/2026; investidores acompanham decisões de juros no Brasil e os rendimentos dos títulos americanos.

Mercado acompanha anúncio de leilões cambiais do Banco Central, pesquisas eleitorais e fluxo para a bolsa; movimentação reduz pressão sobre o câmbio nesta manhã.

Dólar comercial oscila pouco após feriado; investidores monitoram indicadores de emprego americanas, leilões de títulos e preços do petróleo.

B3 suspende pregão na segunda‑feira (7/9) por conta da Independência do Brasil. Última referência disponível é a taxa PTAX divulgada no último dia útil.

PTAX do Banco Central marcou R$ 5,1253 na referência de 4 de setembro; mercado reagiu a dados de emprego nos EUA e ao impacto nas apostas sobre juros.

No último fechamento, a moeda americana registrou alta após relatório de empregos dos EUA reforçar apostas em política monetária mais rígida no exterior.

Dólar comercial registra leve alta frente ao fechamento PTAX; investidores monitoram relatório de emprego americano, preço do petróleo e a curva de juros.

Moeda operava em leve baixa na manhã de 3 de setembro de 2026, com mercado atento a fluxo para ações, dólar global e sinais de política monetária nos EUA.

Moeda americana opera perto de R$ 5,16; mercado local se beneficia de fluxo e altas em petróleo, apesar de dólar internacional seguir mais forte.

Moeda sobe na abertura de setembro enquanto investidores reagem a dados do PIB brasileiro e ao avanço dos preços do petróleo; dólar turismo segue com spread elevado.

Moeda opera estável na manhã; mercado acompanha petróleo, fluxo estrangeiro e calendário econômico doméstico e externo.

Moeda encerrou a sessão de sexta-feira perto de R$ 5,20; mercado reagiu a sinalizações mais duras do Federal Reserve e a intervenções do Banco Central brasileiro.

Moeda oscila de forma contida; Banco Central realizou leilões para atuar no câmbio e o mercado acompanha discurso no simpósio de Jackson Hole.

Moeda era negociada abaixo do fechamento PTAX do Banco Central por volta das 10h02; mercado acompanha redução da Selic, movimento dos Treasuries e sinais sobre oferta de petróleo.

Moeda operava em leve alta por volta das 10h05; impacto dos rendimentos dos títulos dos EUA e o ciclo de cortes da Selic no Brasil dominam a disputa de forças.

Moeda avançava no início da sessão enquanto mercado avalia sanções dos EUA ao Irã e acompanha rolagem de swaps cambiais pelo Banco Central.

No último fechamento PTAX (21/08/2026) a taxa de venda foi R$ 5,1625; na abertura da sessão de 24/08 provedores mostravam cotações próximas a R$ 5,14–5,16.

No último fechamento disponível (21/08/2026) a moeda recuou diante de alívio externo; investidores seguem de olho em dados dos EUA e fluxo para o Brasil.

Moeda americana encerrou a sessão de sexta-feira (21/08/2026) com recuo; mercado monitorou queda dos Treasuries e maior apetite por risco local.

Dólar comercial iniciou o dia perto de R$ 5,17, com mercados atentos aos cenários externo e doméstico

Dólar comercial iniciou o pregão em leve alta, enquanto investidores acompanham petróleo, tensões internacionais e perspectivas para os juros nos Estados Unidos.

Dólar comercial encerrou a sessão anterior em alta e investidores acompanham nesta quarta-feira a ata do Federal Reserve, juros globais e tensões no Oriente Médio.

Dólar inicia o pregão em leve alta, enquanto investidores acompanham tensões internacionais, avanço do petróleo e cenário econômico brasileiro.

Mercado acompanha cenário doméstico e exterior enquanto dólar oscila frente ao real.
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