Vice-presidente propõe diálogo contínuo com EUA e abertura de mercados.

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República, compartilhou as iniciativas do governo para manter negociações com os Estados Unidos e abrir novos mercados para os produtos brasileiros, com o intuito de minimizar os efeitos das barreiras comerciais.
Em uma entrevista ao programa Mercado & Cia, Alckmin criticou a altura das tarifas imposta pelos EUA sobre os produtos brasileiros, especialmente o açúcar, que enfrenta ameaças de redução nas cotas de exportação. Ele destacou que as tarifas elevadas são desproporcionais e que o Brasil deverá lutar contra essa injustiça por meio do diálogo.
✨ O Brasil, que tem uma balança comercial superavitária com os EUA, não pode ser penalizado por medidas tarifárias desiguais.
Alckmin enfatizou a importância de diversificar mercados para os produtos agrícolas, mencionando que, mesmo com as restrições, o Brasil alcançou um recorde nas exportações no último ano. Ele sublinhou que o agronegócio brasileiro está se expandindo e que o país já se tornou o maior exportador de alimentos, superando os EUA.
"Hoje, o Brasil tem a agricultura tropical mais competitiva do mundo e somos líderes nas exportações de carne bovina e de frango
✨ São necessárias medidas para fortalecer o seguro rural e facilitar o acesso ao crédito para os agricultores, especialmente em tempos de crise.
O governo está promovendo novos fundos garantidores e renegociações de dívidas. Alckmin também indicou que haverá um foco especial em apoiar empresas afetadas pelas recentes mudanças no mercado internacional, garantindo que o setor produtivo mantenha sua competitividade.
A instabilidade dos preços das commodities e as incertezas climáticas têm sobrecarregado produtores. Para mitigá-las, o governo elaborou o Plano Safra, que destina R$ 610 bilhões para apoio ao agronegócio.
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