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Agronegócio
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Alta nos preços do feijão-carioca com oferta restrita em julho

Mercado se ajusta em meio à colheita limitada

Gabriel Rodrigues06 de julho de 2026 às 14:20
Alta nos preços do feijão-carioca com oferta restrita em julho

O início de julho trouxe uma oferta limitada de feijão-carioca de qualidade superior, conforme revelado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Mesmo com a colheita das áreas irrigadas no Cerrado, os preços permanecem estáveis.

Cotação e Ajustes de Preços

Na primeira semana de julho, a cotação do feijão-carioca superior no noroeste de Minas Gerais alcançou R$ 394,56 por saca de 60 quilos, refletindo um aumento semanal de 0,77%. O mercado para o feijão-carioca de qualidade intermediária e o feijão-preto continua a apresentar ajustes variados em diferentes regiões, o que aponta para discrepâncias na oferta e na qualidade.

O feijão-carioca de qualidade superior está se mantendo bem no mercado, mesmo com a colheita começando.

No Paraná, onde a colheita da segunda safra de feijão-carioca está na fase final, a entrada dos primeiros lotes irrigados de Goiás e de outras áreas do Cerrado está em andamento. Os melhores lotes têm sido bem aceitos pela indústria, que está atenta à baixa dos estoques.

Contexto

As condições climáticas adversas e a menor área cultivada impactaram a produtividade do feijão-preto, levando produtores a manter preços altos em suas demandas.

Com o encerramento da colheita no Paraná, que é o principal estado produtor de feijão-preto, a situação do mercado está mudando. Produtores que detêm lotes de melhor qualidade estão firmes nas suas pedidas, antecipando valorização futura.

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