Projeção reflete crescimento significativo em relação ao ano passado

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) revisou suas expectativas de exportação de soja do Brasil para maio, agora projetando um total de 15,99 milhões de toneladas. Este novo marco representa um aumento de 10% em comparação com as 14,53 milhões de toneladas estimadas anteriormente e um crescimento de 12,7% em relação ao volume embarcado durante o mesmo mês de 2025.
A Anec estabeleceu uma faixa de exportação entre 15 milhões e 16,98 milhões de toneladas ao longo de maio, sujeita a revisões semanais conforme a evolução dos embarques. Esse ajuste repete a atualização do line-up portuário e reflete o ritmo de programação nos terminais.
✨ Projeção para milho também foi elevada para 308,6 mil toneladas, um salto de 64% em relação à estimativa anterior.
Além da soja, a entidade ajustou a previsão de exportação de milho, que saltou para 308,6 mil toneladas, um crescimento de 64% em relação à projeção de 188,2 mil toneladas da semana anterior. Comparado a maio de 2025, onde foram embarcadas apenas 68,4 mil toneladas, a nova cifra é 351,1% superior.
No que diz respeito ao farelo de soja, a expectativa subiu de 2,56 milhões para 2,88 milhões de toneladas, o que representa um acréscimo de 12,3%. Se confirmada, essa exportação ficará 35,6% acima das 2,12 milhões de toneladas do mesmo mês do ano passado.
A previsão de embarque para milho já contabiliza 44,8 mil toneladas, com operações concentradas em Paranaguá. Não há registro de exportações de trigo para este mês.
Ao longo da semana, o line-up aponta um total de 4,76 milhões de toneladas de soja programadas para embarque, com Santos na liderança com 1,77 milhão de toneladas. Outras cidades com operações significativas incluem Barcarena, Paranaguá e São Luís/Itaqui, com quantidades variáveis de carga.
Esta revisão nas estimativas sinaliza um aumento no fluxo exportador de grãos e seus derivados ao longo de maio, o que pode resultar em uma pressão operacional maior nos principais corredores portuários do Brasil. A Anec poderá realizar novos ajustes nas previsões nas próximas semanas, de acordo com a atualização das programações dos navios.
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