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Agronegócio
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Aumento no preço do feijão reflete escassez e clima desfavorável

Preços sobem para o consumidor, mas ansiedades no mercado persistem

Carlos Silva22 de junho de 2026 às 10:10
Aumento no preço do feijão reflete escassez e clima desfavorável

A valorização do feijão nas regiões agrícolas, causada pela redução na área cultivada e problemas climáticos, está sendo repassada ao consumidor, conforme informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Entretanto, representantes dos setores atacadista e varejista adotam uma abordagem cautelosa nas compras de produtos junto às indústrias de processamento. A demanda contínua por grãos de qualidade superior serve como um suporte para as negociações neste cenário.

Nos primeiros cinco meses de 2026, o preço do feijão-carioca aumentou entre 85% e 90%, enquanto o feijão-preto teve um incremento de 51,7% em média nas regiões analisadas pelo Cepea.

No varejo, os dados do Índice de Preços ao Consumidor (IPCA/IBGE) mostram que, em maio, o preço do feijão-carioca aumentou 6,44%, e o do feijão-preto subiu 2,07%. No total acumulado do ano, os aumentos foram de 41,09% e 13,69%, respectivamente, indicando que as altas de preços estão sendo repassadas ao longo de toda a cadeia produtiva.

Contexto do Mercado

As adversidades climáticas e a diminuição das áreas de cultivo têm levado à escassez de feijão, impactando os preços e a relação de compra entre distribuidoras e varejistas.

  • 1Feijão-carioca: aumento de 6,44% em maio
  • 2Feijão-preto: elevação de 2,07% em maio
  • 3Aumento no preço do feijão-carioca: 41,09% no ano
  • 4Aumento no preço do feijão-preto: 13,69% no ano

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