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Agronegócio
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Bicudo-do-algodoeiro ameaça plantações de algodão no Brasil

Inseto pode reduzir produtividade do algodão em até 70%

Mariana Souza23 de abril de 2026 às 17:15
Bicudo-do-algodoeiro ameaça plantações de algodão no Brasil

O bicudo-do-algodoeiro, também conhecido como Anthonomus grandis, continua sendo uma das maiores ameaças para a produção de algodão no Brasil, exigindo atenção constante durante todo o ciclo da cultura.

Esse inseto, que ataca diretamente as partes reprodutivas da planta, como botões florais, pode comprometer a produtividade da lavoura em até 70%.

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O bicudo tem impacto direto na formação da planta, pois atinge estruturas essenciais, como os botões e as maçãs

Luiz Henrique Marcandalli, Head de Marketing da Rainbow.

Com dimensões que variam entre 3 e 6 milímetros e tonalidade marrom, o bicudo se reproduz rapidamente, tornando seu controle um desafio significativo.

Os primeiros sinais de infestação incluem perfuração dos botões florais e queda precoce dessas estruturas.

A identificação rápida dos sintomas é crucial, pois pode evoluir rapidamente sob condições favoráveis, diminuindo o tempo de reação do agricultor.

Estratégias de Monitoramento

A inspeção frequente da lavoura e a destruição de restos culturais são fundamentais para o controle do bicudo.

A gestão integrada recomenda a rotação de métodos de controle e o uso cuidadoso de inseticidas, especialmente nas áreas onde a presença do bicudo é mais intensa.

Entre os produtos empregados estão soluções à base de etiprole, como o Ethrole, que age por contato e ingestão.

Marcandalli ressalta que o controle do bicudo exige uma abordagem técnica e contínua, que inclui planejamento e monitoramento, a fim de proteger a produção de algodão.

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