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Agronegócio
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Brasil vê aumento nas exportações de DDG e DDGS com ingresso na China

Setor agrícola otimista com nova rota comercial ao mercado chinês

Carlos Silva21 de abril de 2026 às 14:45
Brasil vê aumento nas exportações de DDG e DDGS com ingresso na China

O Brasil está experimentando um crescimento significativo nas exportações de DDG (Grãos Secos de Destiladores) e DDGS (Grãos Secos de Destiladores com Solubles), após a introdução de sua primeira remessa no mercado chinês, gerando um clima otimista no agronegócio.

Crescimento das Exportações

Durante a safra 2025-2026, o país produziu quase 5 milhões de toneladas de DDG e DDGS, o que representa um aumento de 20% em comparação ao ciclo anterior. Este crescimento é evidenciado pela operação atual de 27 usinas de etanol de milho, com 14 novas unidades em fase de construção.

Desafios e Estratégias

Apesar das boas perspectivas, o setor enfrenta desafios como a concorrência com o farelo de soja e a necessidade de manter preços competitivos. Neste cenário, a exportação se torna uma estratégia crucial para assegurar a sustentabilidade do negócio, especialmente diante da expectativa de estabilização de preços no mercado interno.

Oportunidade no Mercado Chinês

A nova rota comercial se fortalece com o envio da primeira carga de 62.000 toneladas para a China, que é o maior importador de DDGs no mundo. A transição busca diminuir a dependência do país asiático em relação aos Estados Unidos, apresentando uma oportunidade valiosa para o Brasil.

Em 2024, a China importou mais de 65 milhões de dólares em DDGs, quase totalmente dos Estados Unidos.

Futuro Promissor

Atualmente, o Brasil está exportando cerca de 1 milhão de toneladas de DDG, em comparação com os 12 milhões exportados pelos Estados Unidos. Com a recente abertura do mercado chinês, o Brasil está bem posicionado para expandir sua influência e atender à crescente demanda global por esses produtos.

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