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Agronegócio
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Cacau e Café Apresentam Recuperação na Bolsa de Nova York

Mercados reagiram após períodos de baixa com a influência do clima e do volume de contratos vendidos.

Gabriel Azevedo31 de março de 2026 às 16:35
Cacau e Café Apresentam Recuperação na Bolsa de Nova York

Após uma série de quedas, o mercado do cacau deu sinais de recuperação na bolsa de Nova York. Na última terça-feira, os contratos com vencimento em maio encerraram a negociação com um aumento de 4,60%, alcançando a cotação de US$ 3.300 por tonelada.

Fatores Climatológicos e Posições Vendidas

Conforme apurado pela Barchart, essa valorização foi impulsionada pelos relatos de chuvas abaixo do normal nas principais áreas produtoras de cacau do planeta. Os níveis de precipitação foram considerados insatisfatórios para mitigar as preocupações com a seca que aflige tanto a Costa do Marfim quanto Gana.

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A seca já afeta mais da metade da Costa do Marfim e cerca de 66% de Gana, segundo dados do Monitor Africano de Inundações e Secas – fonte confiável de informações climáticas.

A elevada quantidade de posições vendidas na bolsa também contribuiu para a leve recuperação dos contratos futuros.

O café, por sua vez, registrou uma leve alta na mesma sessão, buscando uma recuperação das perdas do dia anterior. Os contratos do arábica destinados à entrega em maio subiram 1,98%, atingindo US$ 2,9835 por libra-peso.

No segmento de suco de laranja, os futuros concentrados e congelados mostraram um aumento significativo, com os contratos de maio subindo 5,50%, cotados a US$ 1,90 por libra-peso, influenciados por ajustes técnicos.

Entretanto, o açúcar demerara, na bolsa de Nova York, experimentou uma leve desvalorização, com os contratos para maio apresentando uma queda de 0,19%, a 15,52 centavos de dólar por libra-peso. O algodão, por sua vez, teve uma oscilação reduzida, com os contratos também de maio caindo 0,27%, valendo 70 centavos por libra-peso.

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