Adoção de ingredientes alternativos e desafios na suinocultura pressionam a mudança.

Na safra 2026/27, a China deve reduzir o uso de milho na alimentação animal devido à adoção de ingredientes alternativos e às dificuldades financeiras enfrentadas pelo setor de suinocultura.
Apesar dessa retração, a demanda total de grãos para ração e outros usos deve se manter estável, com o crescimento em áreas como avicultura, aquicultura e ruminantes compensando a diminuição na suinocultura.
✨ A produção chinesa de milho deve atingir 306 milhões de toneladas, enquanto as importações subirão de 4 milhões para 6 milhões de toneladas.
O consumo total estimado é de 322 milhões de toneladas, uma redução em relação à projeção anterior. A porcentagem de milho nas formulações de ração caiu significativamente, de 47% em janeiro para 29% em agosto.
Os desafios enfrentados pela produção de suínos incluem prejuízos elevados, o que acelerou a redução do plantel de matrizes. Ao mesmo tempo, outros grãos como trigo, cevada e sorgo estão ganhando espaço devido a seus preços mais competitivos.
A previsão para a produção de trigo é de 141 milhões de toneladas, com um consumo projetado de 150 milhões, impulsionado pelo aumento do uso na alimentação animal. Além disso, a produção de arroz em casca deve crescer para 210 milhões de toneladas, apesar da queda no consumo total.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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