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Agronegócio
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Chuvas de maio favorecem lavouras no Norte e Nordeste do Brasil

Análise da Conab aponta melhorias no desenvolvimento agrícola em diversas regiões

Ricardo Alves22 de maio de 2026 às 15:45
Chuvas de maio favorecem lavouras no Norte e Nordeste do Brasil

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou que as chuvas mais frequentes de 1º a 21 de maio resultaram em um desenvolvimento positivo das lavouras em partes das regiões Norte, Nordeste e Sul do Brasil.

Apesar disso, no Centro-Oeste, um período seco limitou a disponibilidade de água, afetando principalmente o milho da segunda safra plantado tardiamente.

As regiões Norte, Nordeste e Sul observaram um aumento significativo da umidade no solo, beneficiando cultivos como o milho.

Os maiores volumes de chuva foram verificados no norte da Região Norte, no leste do Nordeste e em partes do Sul do país, o que impulsionou o crescimento do milho segunda safra, especialmente no Pará e no Paraná.

Na região do Sealba, envolvendo Sergipe, Alagoas e Bahia, as condições climáticas favoreceram o início da semeadura de feijão e milho terceira safra.

Em Mato Grosso do Sul, porções de Mato Grosso e São Paulo, a combinação de chuvas e temperaturas amenas foi benéfica, mantendo a umidade do solo em níveis adequados.

Contexto Adicional

O índice de vegetação apresentou resultados similares aos da safra anterior em diversas áreas, com algumas localidades superando os níveis do ciclo passado. Isso é um sinal positivo para a produtividade agrícola.

Para o trigo, o Paraná se destacou com boas condições de crescimento, favorecidas pela diminuição das temperaturas, enquanto Mato Grosso do Sul e São Paulo também mantêm cenários favoráveis.

Em Goiás e Minas Gerais, no entanto, a atenção se volta para a escassez de água e altas temperaturas, que podem dificultar o avanço das culturas.

O boletim da Conab destaca um quadro climático desigual nas áreas produtoras neste início de maio, com melhorias nas regiões que receberam chuvas regulares, enquanto o centro do país permanece em situação de risco hídrico.

A continuidade desse cenário dependerá da evolução das chuvas e temperaturas nas semanas seguintes, conforme os dados disponíveis.

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