Sem negócios significativos, preços apresentam alta e queda em praças do Brasil.

O mercado brasileiro de soja teve uma nova sessão marcada pela inatividade nesta quarta-feira, com operações quase inexistentes e apenas cotações nominais no mercado físico.
O analista Rafael Silveira, da Safras & Mercado, aponta que o spread entre compradores e vendedores continua elevado, o que mantém a comercialização travada. Na Bolsa de Chicago, as cotações sofreram leves perdas, enquanto o dólar registrou uma alta moderada.
✨ Apesar do caos no mercado, as variações de preços não foram significativas, com poucos negócios sendo realizados.
Os preços da soja no Brasil apresentaram movimentações diversas em várias localidades. Em Passo Fundo (RS), o preço subiu de R$ 147,40 para R$ 148,00, enquanto em Santa Rosa (RS) aumentou de R$ 148,40 para R$ 149,00. Em Cascavel (PR) e Rondonópolis (MT), os preços se mantiveram em R$ 143,00 e R$ 141,00, respectivamente. Já em Dourados (MS) e Rio Verde (GO), os valores caíram.
Na Bolsa de Mercadorias de Chicago, os contratos futuros da soja tiveram um fechamento com quedas. O número da safra de 2026/27 é projetado para 4,541 bilhões de bushels, um pequeno ajuste em relação a previsão anterior de 4,535 bilhões. Na análise, os estoques estão estimados em 311 milhões de bushels.
O dólar comercial terminou a sessão com alta de 0,74%, sendo negociado a R$ 5,0142 para venda, com mínima de R$ 4,9821 e máxima de R$ 5,0162.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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