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Agronegócio
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Produção de algodão no Brasil aumenta; exportações seguem fortes

Projeções de produção e embarque mostram competitividade da fibra brasileira.

Ricardo Alves20 de abril de 2026 às 02:15
Produção de algodão no Brasil aumenta; exportações seguem fortes

A produção de algodão no Brasil teve suas estimativas revisadas positivamente, enquanto as projeções de exportação permanecem robustas, evidenciando a competitividade do produto no cenário internacional.

Recentes análises apontam para uma demanda consistente e uma expectativa de continuidade nos embarques nos próximos ciclos comerciais.

Reunião da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão

Durante a segunda reunião bimestral de 2026, ocorrida em 14 de abril, a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Algodão) atualizou seu balanço de oferta e demanda. A safra de 2025/2026 agora é estimada em 3,95 milhões de toneladas, um aumento em relação à previsão anterior de 3,873 milhões.

Exportações projetadas em cerca de 3,132 milhões de toneladas para o ano comercial.

As exportações devem manter-se em torno de 1,6 milhão de toneladas por semestre, totalizando 3,132 milhões ao longo do ano comercial, que abrange o segundo semestre de 2025 e o primeiro de 2026.

No calendário anual, a previsão é de embarques superiores a 3,2 milhões de toneladas, sustentados pela competitividade da fibra brasileira, especialmente com a chegada da nova safra do Hemisfério Sul.

A associação também revisou suas projeções para a safra 2026/2027, com uma produção esperada de 3,87 milhões de toneladas, ligeiramente acima das 3,8 milhões inicialmente estimadas.

Perspectivas de Consumo Interno

O consumo interno foi mantido em 730 mil toneladas para 2026, com ajuste para 735 mil toneladas em 2027, refletindo o crescimento gradual da indústria têxtil.

A expectativa é de que os embarques atinjam 1,57 milhão de toneladas no primeiro semestre e 1,59 milhão no segundo, com um panorama de escoamento contínuo da produção e uma demanda ativa nos mercados compradores, afastando o risco de excesso de oferta.

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